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Saturday, February 15, 2020
Saturday, February 01, 2020
Ocupo o Minhocão
Dia 24 de fevereiro, segunda-feira de Carnaval, estreia o bloco Ocupo o Minhocão. Com música de Ivan Paladini e letra de Hermano Leitão, o bloco vai brincar com umas das vias mais icônicas de São Paulo. A concentração começa às 11h, na Água Branca, no Largo Péricles, e segue até a rua Tagipuru.
Em estreia no carnaval da cidade de São Paulo, o bloco Ocupo o Minhocão nasceu da inspiração do advogado e artista Hermano Leitão, que, na rotina do trânsito engarrafado, tem o elevado como rota na ida e volta para o trabalho. Com tempo para divagar nesse trajeto, compôs uma letra sobre o viaduto mais icônico da capital. A letra então foi musicada por cantor e compositor Ivan Paladini. Com música afinada, Hermano formou o bloco com os atores Claudiane Carvalho, Gabriel Monteiro, Luana Martins e Roger Rodrigues. Os músicos são: Beto Beira, Chiquinho Santos, Luciano Grima, Michel Lopes e Paulinho Pretensão.
O Abadá e a identidade visual do bloco foram desenvolvidos pelo Ivan Paladini. Os simpatizantes do Minhocão também participam dessa ocupação carnavalesca. Além do puxador oficial, Ivan, outros membros do Minhocão que quiserem poderão puxar a música enredo.
Letra:
O elevado é o minhocão
É duro de aguentar
A vida no minhocão
No vai e vem do caminhão
Sempre na agitação
Eu pego o minhocão
Eu pego o minhocão
Na ida pro trabalho
Sempre na pressão
Eu pego o minhocão
Eu pego o minhocão
Na volta do trabalho
Sempre na confusão
Eu pego o minhocão
Eu pego o minhocão
Pra chegar no meu amor
Sempre com emoção
Eu pego o minhocão
Eu pego o minhocão
Pra relaxar no domingão
Ocupo o minhocão
Ocupo o minhocão
Ocupo o minhocão
Ficha técnica:
Bloco Ocupo o Minhocão
Música: Ivan Paladini
Letra de Hermano Leitão
Músicos: Beto Beira, Chiquinho Santos, Luciano Grima, Michel Lopes e Paulinho Pretensão
Fundadores: Claudiane Carvalho, Gabriel Monteiro, Luana Martins e Roger Rodrigues
Abadá e identidade visual: Ivan Paladini
Assessoria de Imprensa: Bemelmans Comunicações
Instagram: https://www.instagram.com/ocupoominhocao/ @ocupoominhocao
Serviço:
Bloco Ocupo o Minhocão,
Data: 24 de fevereiro, segunda-feira de Carnaval
Horário Concentração: 11:00, Horário Dispersão: 16:00,
Endereço Concentração: Largo Pericles,
Trajeto: Largo Pericles / Tagipuru / Até o memorial, Endereço Dispersão: Rua Tagipuru
https://drive.google.com/file/d/1sQrRzw982qP2lQEC6HvZf2-zkf8P98Kk/view
Miriam Bemelmans
(11) 3034-4997
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Saturday, April 01, 2017
Tuesday, November 15, 2016
OS ERROS DOS ANALISTAS E DAS PESQUISAS SOBRE EVENTOS DE MASSA

“É importante aprender a não se aborrecer com opiniões diferentes das suas, mas dispor-se a trabalhar para entender como elas surgiram. Se depois de entendê-las ainda lhe parecerem falsas, então poderá combatê-las com mais eficiência do que se você tivesse se mantido simplesmente chocado.” - Bertrand Russell
A chamada grande imprensa tem adjetivado de surpreendente vários eventos que não se deu conta das origens e das razões de seus resultados contundentes. Esse olhar turvo também é compartilhado com os grandes institutos de pesquisas, consultorias financeiras e doutores de ciência política alhures. De trás para frente, da eleição de Donald Trump, em novembro de 2016, à chamada primavera árabe, em 18 de dezembro de 2010 a meados de 2012, os grandes analistas submergiram às notas do establishment e aos paradigmas analíticos da esquerda anacrônica. Nesse período de 2010 a 2016, do “mensalão” ao impeachment de Dilma Rousseff, o Brasil também foi vitimado dessa submersão desassociada dos fatos. No meio desse período, exatos junhos de 2013, na explosão de protestos contra o aumento de tarifas de ônibus e contra a calamidade dos serviços públicos, o que mais se ouvia e lia na imprensa era que analistas e políticos tentavam entender o “fenômeno” das ruas sem o patrocínio da esquerda. Os analistas simplesmente deram de ombro para o cotidiano, para os fatos correntes, e optaram por comprar o discurso falacioso da divisão de classes, da perversão das elites, do retrocesso ideológico como fatores preponderantes para o resultado que erroneamente projetavam, ou seja, previam que urnas à frente, por exemplo, falariam em prol do discurso “progressista”. Mas não foi só isso. Os especialistas esqueceram-se de pedir auxílio à psicanálise para explicar o quão nefasto é o peso da mentira no regramento e na convivência pacífica da sociedade.
SUBMERSÃO DESASSOCIADA DOS FATOS
Nos eventos eleitorais mais recentes e contundentes, aqui e lá fora, João Dória e Donald Trump entregaram resultados acachapantes. O primeiro entregou uma vitória histórica na política brasileira pelo ineditismo ao vencer a eleição para a Prefeitura do Município de São Paulo no primeiro turno. O segundo derrotou o carismático Obama, a popular Michelle, a preparada Hilary com o clã Clinton e cacifes do próprio Partido Republicano. Depois dos resultados das urnas, poucos foram suficientemente humildes para reconhecer a miopia analítica - praticamente todos os grandes jornais dos EUA ou declararam apoio a Hillary Clinton ou deixaram de endossar Donald Trump na campanha de 2016. Em coincidência de justificativa, agora apontam como fator decisivo daquelas eleições a aversão do eleitor ao político tradicional. Que vergonha alheia! Aqui e lá, um desvendou o fracasso (saúde, segurança, renda) do atual prefeito Miguel Haddad, a corrupção do PT, e o uso de minorias contra os direitos mínimos da maioria. O outro desvendou o fracasso do governo Barack Obama (saúde, segurança, renda), a ineficácia do Partido Democrata na Câmara e no Senado e o uso de minorias contra os direitos mínimos da maioria. O homem comum, pobre ou médio, tanto brasileiro quanto americano, está cansado de discurso sobre garantias constitucionais, enquanto empobrece, endivida-se, adoece e é assaltado nas ruas. Esses fatos foram mitigados pelos analistas que preferiram propagar que Dória era um coxinha, e que Trump era um palhaço nazista. Assim, os analistas prestigiados compraram os preconceitos partidários em detrimentos dos fatos que circulam velozmente nos túneis do metro diariamente.
NOTAS DO ESTABLISHMENT
A mentira como estratégia para mascarar os graves problemas gerados pelo governo teve, aqui no Brasil, ampla receptividade nas colunas de análise política tanto na época de mensalão quanto no petrolão. Como regra, a equivalência entre uma denúncia do Ministério Público e a versão inverossímil do acusado tem sido um desserviço que depõe contra a credibilidade da imprensa e dos analistas. Mais uma vez, trata-se do destrato ao fato. A corrupção sistemática e endêmica nos negócios públicos durante mais de 13 (treze) anos do governo petista, pois, foi recepcionada como contraponto justificável nos prognósticos de política - que criaram ou reforçaram, dentre outras, uma divisão artificial entre brasileiros. Por exemplo, o chefe da organização criminosa do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, sempre foi tratado como força forte, perene, grande e único líder e imbatível, a despeito do uso de bilhões de reais de origem criminosa para eleger presidente, senadores, deputados, prefeitos e vereadores em todo Brasil. Eles são sempre ávidos em procurar a jurisprudência da impunidade, da igualdade com outros malfeitores, da mitificação do passado nefasto, para dizer que os crimes do PT, ainda que mais cruéis, tem antecedentes no mau exemplo de outros ou quinhão de uma herança maldita. Assim, as notas do establishment têm suplantado os fatos com o fim de dar engodo ou contumácia à normalidade da corrupção ou à banalidade do mal.
PARADIGMAS ANALÍTICOS DA ESQUERDA ANACRÔNICA
"Por que repetir erros antigos, se há tantos erros novos a escolher?" – Essa é uma provocação de Bertrand Russell, a propósito, um analista anarquista sob a aura de um socialista que agradaria Leonel Brizola no idos de 1970, mas que era consciente de propor novas soluções para a sociedade em diferentes momentos. Pois é! O mundo mudou tanto desde 2012! Por exemplo, a disseminação instantânea dos fatos e de fotos pelos smartphones não tem mais bandeiras ideológicas. São apenas fatos e fotos. Eles desmascaram analistas, derrubam governos, descobrem verdades, prendem farsantes, filmam crimes, geram fatos históricos. Então, análises fundadas em paradigmas anacrônicos serão crônicas de futuras desculpas por não terem atentado para sua majestade o fato. Deveriam não advogar o uso de minorias contra os direitos mínimos da maioria, o apartheid das cotas de cor ou de gênero, ou a equivalência entre a legítima acusação e a defesa inconsistente do crime, como premissa para prognóstico político, sob pena de se surpreender com aqueles que enxergam os fatos como eles são; que ouvem a voz rouca das ruas; que não mistificam bandidos; que não dão oxigênio para terroristas; que não dão de ombros para o esgotamento do reino da mentira. Afinal, errar é da natureza humana, mas insistir no erro analítico não é democrático, porque desconsidera o peso da mentira contra o regramento e a convivência pacífica dos homens em sociedade; porque o efeito da mentira é a dor que os fatos expõem à luz do dia para quem vive o dia a dia. E a mentira do momento é a deflagrada era da incerteza, quando sobram certezas nessa era.
Wednesday, April 27, 2016
Mata Hari : Solilóquios de Shakespeare
Mata Hari : Solilóquios de Shakespeare: Assisti a peça Solilóquios de Shakespeare no Teatro Bibi Ferreira . A direção foi de Hermano Leitão . No período dos 400 anos da morte de...
Mata Hari : Brasil, Nação Sem Caráter
Mata Hari : Brasil, Nação Sem Caráter: Terminei de ler Brasil, Nação Sem Caráter (2013) de Hermano Leitão da All Print Editora . Gostei muito! O autor é advogado e faz um apa...
Friday, April 22, 2016
http://www.notibras.com/site/ligacoes-perigosas-de-dilma-e-o-espirito-de-lady-macbeth/
http://www.notibras.com/site/ligacoes-perigosas-de-dilma-e-o-espirito-de-lady-macbeth/http://www.notibras.com/site/ligacoes-perigosas-de-dilma-e-o-espirito-de-lady-macbeth/
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Solílóquios de Shakespeare
http://www.notibras.com/site/nata-de-atores-sobe-ao-palco-com-monologos-de-shakespeare/
Saturday, March 19, 2016
garganta-profunda-da-lava-jato-poe-ponto-final-ao-governo-dilma
http://www.notibras.com/site/garganta-profunda-da-lava-jato-poe-ponto-final-ao-governo-dilma/
Tuesday, March 08, 2016
O DESEMBARQUE DO PMDB E O DIA “D” DO IMPEACHMENT DE DILMA ROUSSEFF
Sunday, February 28, 2016
O ROMBO DE 1 TRILHÃO NO BALANÇO DA PETROBRAS
Monday, February 22, 2016
Sunday, January 17, 2016
Com a necessidade de 220 bilhões para cobrir o desequilíbrio fiscal da União e com a expectativa de um PIB de 3 trilhões, conforme se lê na peça orçamentária de 2016 sancionada na última sexta-feira, 15/01, a presidente Dilma Rousseff lançará pacote econômico em três frentes de ação, sem qualquer garantia de cumprir a meta fiscal de 0,5% do PIB, pois o orçamento também foi sancionado com parâmetros macroeconômicos já atropelados pela realidade, e sem perspectiva de apoio no Congresso. De qualquer forma, o lançamento das frentes terão pompa e circunstância. A primeira, de ordem tributária, tem por objetivos:
a) aprovar a CPMF (a proposta de emenda à Constituição - PEC) até abril, a fim de prover os cofres públicos de 20 bilhões em arrecadação no corrente ano;
b) unificar o PIS/CONFINS mediante aumento da alíquota, para arrecadar 10 bilhões a partir de maio;
c) enviar proposta de equalização do ICMS com ampliação da tributação de produção de toda cadeia de extrativismo agrícola, mineradoras (óleo e gás) e afins;
d) aumentar de 15% para 30% a alíquota do Imposto de Renda sobre o recebimento de juros sobre capital próprio (JCP) – nas regras atuais, os acionistas que capitalizam as companhias recebem juros do capital investido antes dos dividendos e antes da incidência de imposto sobre o lucro da empresa, o que transforma o investimento de capital próprio em despesa para a companhia; e
e) regulamentar os procedimentos de repatriação de dólares (regularização de ativos de brasileiros no exterior não declarados ao Fisco), com a expectativa de arrecadar 20 bilhões em impostos e multas entre março e outubro – os estados e municípios ficaram a ver navios com o veto da presidente, que cortou a parte dos recursos deles.
A segunda frente diz respeito à reforma previdenciária que, em resumo, quer aprovar a idade mínima de 65 anos para a aposentadoria como meio de reprimir a demanda de novas aposentadorias a partir de agosto. O governo tem R$ 93 bilhões de aumento previsto no orçamento com despesas primárias em 2016 (80% do total). R$ 55 bilhões referem-se ao aumento de gastos com a Previdência e outros R$ 18 bilhões com o salário do funcionalismo público. Desse modo, a reforma da previdência é uma mera carta de intenções infernais – não resolverá nada.
E a terceira frente é a intervenção do Estado para frear o desemprego, a inflação e a depressão econômica. Assim, a fim de o desemprego e o subemprego não superem os atuais 25 milhões de trabalhadores sem rumo, o governo promoverá parceria com investidores como a Brookfield Investimentos nos segmentos imobiliário, infraestrutura, energia renovável e Private Equity. A ideia é que esse investidor tenha carência fiscal de seis anos para replicar o modelo do Porto Maravilha do Rio de Janeiro em todo o Brasil e gere empregos a partir do segundo semestre.
Já no campo da inflação, o Banco Central elevará a Selic - taxa de juros básicos da economia – até o patamar de 15,75%, a começar na quarta-feira com 0,50% de aumento. Também como estratégia de segurar preços, a continuidade do arrocho salarial – queda dos rendimentos reais -, e a estabilização do desemprego são as bases para conter o efeito do aumento do salário mínimo de R$880,00 e do aumento do fundo partidário para 815 milhões, entre outros aumentos.
Ainda, para evitar o aprofundamento da depressão econômica, Dilma dará sinal verde para a capitalização de 50 bilhões para a Petrobrás, via Tesouro e mercado financeiro, em auxílio à estratégia de vendas de ativos – Petros, BR Distribuidora, TAG (Transportadora Associada de Gás), Gaspetro, Transpetro e mais 20 participações societárias-, para suprir em mais 100 bilhões o caixa da companhia altamente endividada – 550 bilhões. E ainda há a farra dos neologismos para não assumir a privatização pura e simples desses ativos. Agora é desinvestimentos, venda de ativos, leilões de alavancagem etc.
Assim, o pacotão pretende reequilibrar a banda podre fiscal e retomar o crescimento econômico via construção civil e indústria pesada. E se tudo isso não der certo, o plano B é usar 100 bilhões de dólares das reservas internacionais, que hoje estão em US$320 bilhões – porém com US$100 bilhões comprometidos com o banco dos BRICS e US$120 bilhões atrelados a títulos da dívida privada, ou seja, o plano B acabaria com as resevar internacionais, além de limpar o resto do Fundo Soberano, o que já está em curso: em 2009, o fundo tinha saldo de 15 bilhões, e, em 2016 é de 1,5 bilhão. Para o pacotão dar certo, só falta agora combinar com os Russos, com a Chíndia, com o TSE e com a galinha dos ovos de ouro.
Na realidade, a presidente quer fazer muito barulho político para levantar uma grossa cortina de fumaça ante o processo de impeachment em curso. Em ano de eleições municipais, a agitação política é tacho quente até com pouca fervura. Os Estados e municípios, pois, também estão em situação financeira deprimente, espatifando. Logo, a discussão sobre a reforma do ICMS é uma isca para atrair conchas do fundo do mar revolto. Os candidatos a prefeito e vereadores, sem recursos de financiamento de empresas, dependerão e muito de apoios políticos e favores do governo federal. Porém, eles não poderão anunciar a contrapartida de se mostrar favorável ao aumento de impostos, corte de gastos de programas sociais, provatização da Petrobrás, reforma da previdência ou qualquer outra supressão de direitos dos trabalhadores. Em síntese, esse pacotão da presidente não é compatível com um ano eleitoral, tampouco com o ânimo dos brasileiros diante de treze anos de devastação das riquezas do Brasil por ação corrupta da governante e seu partido. Será muito barulho por nada de construtivo para o país.
Monday, January 04, 2016
Pagamento para inglês ver
Tuesday, December 29, 2015
Sunday, December 27, 2015
AS RELAÇÕES PROMÍSCUAS ENTRE DILMA, COUTINHO, TOMBINI E BENDINI.
A Presidente Dilma Rousseff editou a Medida Provisória nº 704/2015, publicada em 24/12/2015, que autoriza a destinação de dividendos – R$4,8 bilhões -, do BNDES para cobertura de despesas primárias atrasadas (empréstimos sacados do FGTS e do BNDES de R$57 bilhões, apelidadas de pedaladas) e pagamentos da Dívida Pública Federal. Essa manobra, no entanto, expõe de forma criminosa o banco de fomento, o Banco Central - BCB e a Petrobras, em razão da ilegalidade, lesividade e improbidade administrativa de seus representantes legais (DILMA, COUTINHO, TOMBINI e BENDINI). É mais uma vez a reincidência de maquiagem contábil, truque de números, brincadeirinha fora da Lei de escravo de Jó. É um bis in idem do modus operandi: uso contínuo e reiterado da Caixa, do FGTS e do BNDES, entre outros fundos como financiadores de políticas públicas, a postergar de forma injustificada e inconstitucional (Art. 164 caput e parágrafo 1º) por arbítrio do Poder Executivo o pagamento de despesas obrigatórias da União.
TIRA BENDINI, PÕE TOMBINI, COUTINHO DEIXA DILMA FICAR: relacionamento entre o Tesouro e o Banco Central, regulado pelo Artigo 164 da Constituição.
Nos últimos anos, o governo federal, repassou recursos do Tesouro ao BNDES, que, por sua vez, pagou recursos bilionários de volta aos cofres da União a título de dividendos. Até 2014, o BNDES tinha lucros inflados, em virtude de pagar ao Tesouro taxas baixas de juros, e gerava dividendos para o governo maquiar a situação fiscal - arranjo insustentável, porque uma hora o governo federal tem de pagar as contas das despesas obrigatórias (saques no FGTS e no próprio BNDES). Por exemplo, o Tesouro repassou ao BNDES R$ 60 bilhões em recursos para capitalização do banco. Em contrapartida, o banco pagou R$ 9 bilhões à União em dividendos. Em outros anos, de forma geral, o aumento dos repasses também impulsionava o pagamento de dividendos. No acumulado de cinco anos, o volume de novos empréstimos do Tesouro ao banco chegou à cifra de R$ 393,5 bilhões; e os dividendos no período somaram R$ 57 bilhões. A jogada foi, desse modo, o uso de dividendos para diminuir o rombo fiscal e de camuflar a realidade (dívidas do Tesouro junto a bancos públicos, que são despesas primárias e que não foram pagas no exercício financeiro em que a despesa ocorreu – “pedaladas”). Ocorre que a sistemática da Lei nº 11.803/08 para a apuração e transferência de resultado do BCB tem efeito de empréstimo. Daí decorre a ilegalidade no relacionamento entre o Tesouro e o Banco Central, por afronta ao artigo 164 da Constituição: “é vedado ao banco central conceder, direta ou indiretamente, empréstimos ao Tesouro Nacional”. A observar que na posição do balanço de 31/07/2015, o BCB tinha R$ 1,1 trilhão em títulos em sua carteira e R$ 812 bilhões no caixa do Tesouro, se o banco quisesse zerar os títulos, ou seja, sacar contra o Tesouro, não haveria dinheiro suficiente no caixa. Assim, não existe o tal “colchão de liquidez” para pagar a dívida atrasada desde 2014, que sequer foram cobertas com títulos públicos, e cuja DPF termina o ano de 2015 em três trilhões de reais. Em resumo, a MP nº 704/2015 é uma fraude perpetrada contra a contabilidade pública nacional, por não refletir as transações correntes em moeda nem em liquidação de títulos lastreados em arrecadação de impostos ou em pagamentos líquidos ao Tesouro. É mais que contabilidade criativa, é crime de responsabilidade previsto na Constituição Federal.
EXPOSIÇÃO EXPLÍCITA DO SACO SEM FUNDOS DO BNDES
Para piorar o cenário, o BNDES registrou lucro líquido maquiado de R$ 3,5 bilhões no primeiro semestre de 2015 - 35% menos do que um ano antes; foi atingido também por casos de corrupção envolvendo empresas financiadas pelo banco e má administração delas (Petrobrás, Eletrobrás etc) pelo governo federal. Só para se ter uma ideia, o balanço do banco ainda não contemplou os prejuízos da Petrobras, onde o BNDES é acionista e credor. É a maior fraude contábil entre essas entidades estatais desde a inauguração da petroleira, pois, segundo as normas em vigor (resoluções do Conselho Monetário Nacional - CMN), o limite de exposição do BNDES para uma mesma empresa é de R$24,7 bilhões. Entretanto, segundo dados do terceiro trimestre, em relação à Petrobrás, esse valor está acima do dobro (R$50 bilhões). Para entender melhor a iliquidez das transações contabilizadas, a Petrobras apontou em seu balanço financeiro uma PROJEÇÃO DE RECEITA FUTURA com exportações de US$ 58 bilhões, que poderia ser utilizado como compensação contábil às perdas registradas com a desvalorização do real – diante da variação do dólar de R$2,95 para R$3,95. A dívida da Petrobrás é de R$520 bilhões – a maior parte em dólares. Dessa forma, esse sistema de contabilidade não é exequível, porque está calcado em uma miragem: projeção irreal de exportação, preço do petróleo em baixa, dólar em alta e endividamento crescente. Logo, não pode mais contar com US$ 21 bilhões de receita como ferramenta de proteção cambial no balanço de 2015, deve registrar prejuízo e deixará de pagar dividendos ao Tesouro. Daí o buraco das “pedaladas” não poder contar como de costume com a Petrobrás. Para mitigar a dor do buraco do dente, no apagar das luzes de 2015, Dilma obriga o BNDES a pagar no breu R$4,8 bilhões de dividendos para cobrir parte do rombo fiscal da União. Com a obrigação de pagar dividendos a descoberto, o BNDES poderá agora necessitar de novas exceções do CMN para não ficar desenquadrado, ou seja, acusado de crime de fraude. Como não houve edição de novas exceções, o repasse de dividendos é ilegal. Dilma, por sua parte, já descumpriu também a Lei 11.943/2009, que regulamenta o pagamento das Despesas Públicas federais (ADF). Ela é fora da Lei.
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Sunday, December 20, 2015
PREVISÕES 2016, ANO DO MACACO
De acordo com o horóscopo chinês, o macaco é um animal político muito esperto, e, sob esse signo, o ano é de muita agitação. Por coincidência, o ano de 2016 no Brasil será marcado por uma efervescência política. No cardápio, eleições para prefeitos e vereadores; impeachment da presidente; cassação da chapa Dilma/Temer; operação Lava Jato (prisões de uma dezena de políticos com mandato); depressão econômica (inflação alta, baixo crescimento do PIB, desemprego em alta, juros altos, Dólar alto, desequilíbrio fiscal, mais rebaixamentos de nota soberana etc), olimpíadas, troca-troca de partidos; cassações de Eduardo Cunha, Collor, Renan Calheiros, Delcídio do Amaral...; e Lula preso na cadeia. Tá rindo de quê, macaco? Não precisa explicar. Eu só queria entender. Então, vamos ao cardápio:
ELEIÇÕES PARA PREFEITOS E VEREADORES EM 2016 COM URNAS ELETRÔNICAS
A corrida eleitoral já começou! Como previ, não passava de ameaça para constranger o congresso Nacional, o alarde de as eleições serem com cédulas de papel – disse no Facebook: “Que mentira, que lorota boa!” -. A previsão para o resultado das eleições é que o dado mais significativo seja redução drástica do número de vereadores e prefeitos eleitos sob a sigla do Partido dos Trabalhadores PT, quer seja pela influência dos casos de corrupção (Lava Jato, prisões), quer seja pela debandada no troca-troca – i.e. Marta Suplicy (do PT e foi para o PMDB) -, quer seja pelo esfacelamento das alianças, principalmente na dupla PMDB/PT, que se confrontarão em pelo menos 14 capitais, ou fusões partidárias (PPS/PSB, por exemplo). As siglas partidárias colocarão suas celebridades a comer pastéis e tomar no bule o cafezinho das padarias. Do lado da opção mais acentuada do pleito, estarão os votos brancos e nulos em manifestação lamentável de desencanto com a política e os políticos em geral.
IMPEACHMENT DA PRESIDENTE DILMA COM O RITO DA SUPREMA PORCA.
Dilma é porca do ano de 1947no horóscopo chinês. No ano do macaco, porém, a porca não tem vez, porque quanto mais mexe, mais fede. Assim foi com o julgamento no Supremo Tribunal Federal sobre o rito do impeachment. Além de cassar prerrogativas parlamentares de auto- organização nos casos de eleição, STF prorrogou a sangria da presidente por pelo menos mais seis meses em 2016. Previ em artigos diversos que o processo de impeachment seria instaurado em 2015. E foi! Torci e alimentava a esperança de que o processo avançasse e afastasse Dilma do poder antes do natal. Não rolou. Em março – ah, fatídico março brasileiro! -, a espada sob a cabeça de Dilma pode complicar mais a comunicação torta dos dois neurônios da petista. Não haverá a menor condição de ela se manter na presidência da República, em razão do conturbado ambiente político e econômico. A carta de renúncia de Dilma já está pronta e será usada para declarar o “golpe da direita conservadora contra os avanços e conquistas sociais do PT, a vítima da CIA e das oligarquias do retrocesso”. Como Jânio Quadros, Dilma não terá resposta popular para ficar no cargo. Ao contrário, o Brasil ficará aliviado com sua saída, seu recolhimento à reflexão de sua inépcia para presidir um país tão carente, tão pobre e tão vilipendiado por políticos corruptos e incompetentes.
CASSAÇÃO DA CHAPA DILMA/TEMER PELO TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL - TSE
Logo após as eleições de 2014, afirmei várias vezes que a reeleição de Dilma Rousseff havia sido maculada por abuso de poder econômico e de comunicação, pois somente por cinismo alguém pode negar que houve utilização de verba desviada por corrupção da Petrobrás na campanha da presidente. Afirmei que a Ação de Impugnação de Mandato Eletivo (AIME) tinha condição de prosperar e haver julgamento pela procedência com o decreto de cassação da chapa Dilma/Temer. Em 2016, com o volume de informação da operação Lava Jato à disposição dos Ministros do TSE, não há como refutar o abuso no uso de dinheiro sujo para financiar a campanha e o próprio PT. O julgamento dessa AIME pode coincidir com o andamento do processo de impeachment e colocar mais fervura na pressão pela cassação de Dilma. Nesse compasso, até agosto de 2016, esse processo é julgado. Por se tratar de tema constitucional (art. 14, parágrafo 10º), há possibilidade de recurso perante o Supremo Tribunal Federal – é aí que sempre mora o perigo, por causa da presença do Ministro Ricardo Lewandowski que sempre advoga para o PT.
NO SENADO, SUJEIRA PRA TODO LADO. OS MACACOS VELHOS!
Romero Jucá (PMDB-RR), Valdir Raupp (PMDB-RO), Edison Lobão (PMDB-MA), Benedito de Lira (PP-AL), Ciro Nogueira (PP-PI), Humberto Costa (PT-PE), Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Lindberg Farias (PT-RJ) são os Senadores sob investigação da Procuradoria Geral da República por envolvimento no esquema de corrupção na Petrobrás. O Collor é macaco velho em matéria de cassação de mandato e conselheiro mor da Dilma porca. A previsão é que em meados de 2016 outros se juntarão ao ex Senador Delcídio do Amaral atrás das grades do quartel, enquanto vagas sejam abertas em Curitiba. “Que país é esse? Piada no exterior. Mas o Brasil vai ficar rico. Vamos faturar um milhão, quando vendermos todas as almas dos nossos índios num leilão”. E o Lula diz que a culpa é dos portugueses! Oh mar salgado! São lágrimas de Portugal. Quanta infâmia da ignorância teus infantes ainda vão ouvir para obscurantismo dos incautos ouvintes dos tiranos populista no terceiro mundo e alhures assaltadores do das economias e crenças dos pobres, sempre a lhe apor o carimbo de desvalido da cor e da fortuna ingrata.
LULA LÁ PRESO NA PAPUDA OU NA CADEIA DE CURITIBA
Por diversas vezes anotei que o destino de Lula na política haveria de passar por uma condenação criminal a levá-lo para cumprimento de pena restritiva de liberdade, por ser ele o chefe da organização criminosa travestida de partido político. A cada dia, o cerco se fecha em torno dessa constatação inexorável nas relações íntimas com aqueles já presos no mensalão e no petrolão. Em 2016, a História do Brasil se encontrará face a face com essa narrativa dos fatos históricos, porque é disso que a História é escrita. O mundo ao nosso redor apoiará a palma da mão no maxilar penso à esquerda para observar a demora na cena de encarceramento de Lula, a indagar a causa de tanta demora em ver o óbvio e ululante: Lula sempre foi o chefe da organização criminosa que assalta o Brasil nos últimos 13 anos. É o fim das macaquices lulistas.
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Tuesday, November 03, 2015
ESTELIONATO: LULA ADMITE QUE DILMA MENTIU PARA SE REELEGER
A mentira como estratégia para mascarar os graves problemas gerados pelo governo federal para garantir a permanência do Partido dos
Trabalhadores no poder tornou a indignação em sentimento de irritabilidade insuportável. Como o próprio Lula admitiu no último encontro do PT, Dilma mentiu ao acusar a oposição de ter a intenção de prejudicar o país e o povo com medidas de arrocho (aumento de preços, de impostos, de cortes em programas sociais etc).
Ao assumir o segundo mandato, pôs em prática o arrocho de maneira atabalhoada e desastrosa. No direito penal, a tipificação é estelionato.
ORÇAMENTO DA PROJEÇÃO DA META DO GASTO QUE JÁ PASSOU
ORÇAMENTO DA PROJEÇÃO DA META DO GASTO QUE JÁ PASSOU
A situação no Brasil é tão surreal que o orçamento de 2015 ainda está pendente de aprovação, sobretudo porque o governo ainda não fechou qual será a “meta” de economia que fará no ano para pagar os gastos.
Para se ter ideia desse absurdo, os EUA acabaram de aprovar os orçamentos de 2016 e 2017. Aqui, ainda não se contabilizou o rombo de 2014 – ano da reeleição de Dilma -, porque o governo escondeu do Congresso Nacional as despesas que efetivava sem autorização legislativa, entre outros crimes fiscais como apontou o Tribunal de Contas da União no parecer de rejeição das contas de 2014.
Agora, imagine você daqui a algumas semanas, antes do réveillon, fazer as promessas e estabelecer metas para todo o ano que está acabando, ou seja, você não teve ao longo do ano meta alguma, e como chegou o final do ano, na última hora, você viu que tinha estourado o cheque especial e, então resolveu dobrar a meta da canalhice a editar o orçamento da projeção da meta do gasto que já passou.
BACEN TAMBÉM META NÃO TEM
BACEN TAMBÉM META NÃO TEM
Com as projeções do mercado para uma retração do PIB em 3,5% e inflação acima de 10%, além da taxa de desemprego acima de 17%, O Banco Central do Brasil jogou a toalha e pediu uma pizza para 2018, quando acha que a inflação baixará.
Assim, sem regime de meta de inflação e meta fiscal, o governo federal escancarou a gastança do dinheiro público. Dilma Rousseff gasta 500 milhões por dia a mais do que arrecada.
Essa é a situação das contas públicas hoje: 100 bilhões no vermelho em 2015. Os brasileiros já contribuíram com 1 trilhão e 600 bilhões de impostos para manter uma máquina burocrática que se dedica a dar esmolas ao povo. Da postura de urso feroz (Bearish) a pombinha triste (Dovish), o Banco Central do Brasil – BC, abaixou a guarda, e a perspectiva é desanimadora, porque vêm aí mais aumentos dos combustíveis, da luz, dos transportes e de uma fila de produtos que vai do milho ao codeguim.
IMPORTUNA INTIMAÇÃO NUM HORÁRIO DESCONFORTÁVEL
IMPORTUNA INTIMAÇÃO NUM HORÁRIO DESCONFORTÁVEL
E ainda tem gente a defender a venalidade petista, a corrupção escancarada. São os remelentos, fraudulentos por natureza. Eles são sempre ávidos em procurar a jurisprudência da impunidade, da igualdade com outros malfeitores, da mitificação do passado nefasto, para dizer que os crimes do PT, ainda que mais cruéis, tem antecedentes no mau exemplo de outros ou quinhão de uma herança maldita.
Se eles são chamados a interrogatório, reclamam de perseguição e clamam pela causa do povo. Por exemplo, em reação à intimação de Luís Claudio Lula da Silva, filho caçula do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, para esclarecimentos na Operação Zelotes, Lula exigiu que a Polícia Federal fosse repreendida, porque seu rebento delinquente tinha sido importunado às 23:00h.
Assim, o PT ataca as instituições, quando o cumprimento da Lei tem como alvo um integrante da quadrilha petista, ao invés de dar o exemplo de obediência às Leis e autoridades constituídas. Para afagar o ego da família Lula da Silva, o delegado da Polícia Federal concordou em adiar o depoimento do filhinho do papai intocável.
Os policiais, na verdade, tiveram de esperar longas horas o caçula de Lula até tarde, para não atrapalhar a ida dele nas comemorações do aniversário do paizão, mas essa “consideração” foi transformada discurso contra ato truculento da polícia na importuna intimação num horário desconfortável, só porque a PF quer saber de um desvio de R$24 milhões.
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