Sou formado pela Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará - UFC, onde fui Monitor de Teoria Geral do Direito sob a orientação do Professor doutor Arnaldo Vasconcelos. No corpo docente do período de 1980 a 1983, além de renomados juristas nacionais, representa-o o ex-Presidente do Egrégio Superior Tribunal de Justiça, Desembargador Cesar Asfor Rocha.
Em 1985, fui aprovado no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil pela Seccional do Distrito Federal sob a Presidência do Excelentíssimo senhor doutor Maurício Correa, que mais tarde presidiu o Supremo Tribunal Federal.
Também em Brasília, conclui a Pós-Graduação em Auditoria do Setor Público pela Universidade de Brasília - UnB.
Já em São Paulo em 1986, iniciei o exercício da advocacia na Comarca de Franco da Rocha, onde exerci o cargo de Diretor Tesoureiro da 150ª Subsecional da OAB-SP, sob a Presidência do doutor Osvaldo Correia Leite, e, por duas vezes, o cargo de Presidente da Comissão de Ética e Disciplina durante a gestão presidida pela doutora Luiza Maria Gomes de Sá.
Em 1991, exerci a Presidência da Associação Comercial e Industrial de Caieiras - ACISC, onde liderei os protestos contra o "Plano Collor".
Em 1992, fui nomeado Juiz Conciliador no Juizado Informal Civel - JIC pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, sob a presidência do Desembargador Jose Odyr Porto.
Em 1993, exerci o Cargo de Diretor Jurídico e de Administração da Prefeitura do Município de Franco da Rocha, nomeado pelo Prefeito Mário Maurici de Lima Morais.
Em 1996, mudei a banca para a Capital de São Paulo, onde atuo com especialidade na área cível e empresarial.
Search This Blog
Showing posts with label Sao Paulo. Show all posts
Showing posts with label Sao Paulo. Show all posts
Friday, December 24, 2010
Thursday, October 28, 2010
Piero Fortunaso em Colonia Cecilia
Marcadores:
anarquismo,
Art,
ator,
Brasil,
drama,
Hermano,
Hermano Leitao,
Leitao,
peça,
Sao Paulo,
teatro
Thursday, October 07, 2010
Sinopse Romeu e Julieta
Romeu e Julieta
Sinopse
Hermano Leitão
O diretor Alexandre Ferreira coloca em cena vinte atores para interpretar a consagrada tragédia Romeu e Julieta de William Shakespeare em uma surpreendente adaptação contemporânea , ao som de Linkin Park e efeito visual de vídeo game. Essa montagem, segundo ele, é uma homenagem ao seu mestre inspirador Antunes Filho, que, ao som dos Beatles, apresentou sua versão em 1984 no SESC Anchieta, bem como uma ruptura por conta de sua jornada autônoma e concepção agregadora de novas experiências.
Alexandre, então, coloca os jovens amantes sob estruturas metálicas móveis, para significar a suspensão do amor e o final etéreo com a impossibilidade de amar. No espetáculo, as cenas têm ritmo em sintonia com as letras da trilha sonora, a fincar a precisão das falas com a música, como um jogo entre o ator e o elemento cênico sonoro – they must try so hard.
O figurino também compõe esta atmosfera inebriante ao contribuir, de um lado, com a textura de oposição entre o quente – do amarelo ao vermelho -, e, do outro, com os matizes frios – do azul ao prata -, para corresponder ao conflito entre as famílias rivais: Capuletos e Montecchios. Nessa equação, ainda se sobrepõem referências à moda renascentista por meio da releitura do estilo de época. Ainda, em adição ao figurino feminino, os personagens masculinos vestem coturnos como signo de lutas e confrontos.
Alexandre, em perfeito entendimento da estrutura dramática Shakesperiana, adapta o texto para uma encenação de apenas uma hora e meia de duração. Como pilares do enredo trágico, o diretor traz o quarteto Romeu, Julieta, Ama e Mercúcio em plano denso e diálogos imprescindíveis. Já o Príncipe e Frei Lourenço cortam a estória para contrabalançar o erro emocional e o julgamento dos fatos sem ilações diversionistas. Em outro núcleo, as famílias revelam a intolerância e a intransigência nutridas por ódios, orgulho e preconceitos. No mais, Teobaldo, Benvólio e outros alimentam-se desse jogo sem saber que lutam para vitimar o amor – ou seriam apenas os amantes as verdadeiras vitimas?
È exatamente nessa questão consciente que Alexandre Ferreira chama o público para intervir com o olhar do coração ou o sofrer da mente. E, como deve ser, a peça é cômica e exultante até o segundo ato, para no final, ser trágica e emocionante.
Sinopse
Hermano Leitão
O diretor Alexandre Ferreira coloca em cena vinte atores para interpretar a consagrada tragédia Romeu e Julieta de William Shakespeare em uma surpreendente adaptação contemporânea , ao som de Linkin Park e efeito visual de vídeo game. Essa montagem, segundo ele, é uma homenagem ao seu mestre inspirador Antunes Filho, que, ao som dos Beatles, apresentou sua versão em 1984 no SESC Anchieta, bem como uma ruptura por conta de sua jornada autônoma e concepção agregadora de novas experiências.
Alexandre, então, coloca os jovens amantes sob estruturas metálicas móveis, para significar a suspensão do amor e o final etéreo com a impossibilidade de amar. No espetáculo, as cenas têm ritmo em sintonia com as letras da trilha sonora, a fincar a precisão das falas com a música, como um jogo entre o ator e o elemento cênico sonoro – they must try so hard.
O figurino também compõe esta atmosfera inebriante ao contribuir, de um lado, com a textura de oposição entre o quente – do amarelo ao vermelho -, e, do outro, com os matizes frios – do azul ao prata -, para corresponder ao conflito entre as famílias rivais: Capuletos e Montecchios. Nessa equação, ainda se sobrepõem referências à moda renascentista por meio da releitura do estilo de época. Ainda, em adição ao figurino feminino, os personagens masculinos vestem coturnos como signo de lutas e confrontos.
Alexandre, em perfeito entendimento da estrutura dramática Shakesperiana, adapta o texto para uma encenação de apenas uma hora e meia de duração. Como pilares do enredo trágico, o diretor traz o quarteto Romeu, Julieta, Ama e Mercúcio em plano denso e diálogos imprescindíveis. Já o Príncipe e Frei Lourenço cortam a estória para contrabalançar o erro emocional e o julgamento dos fatos sem ilações diversionistas. Em outro núcleo, as famílias revelam a intolerância e a intransigência nutridas por ódios, orgulho e preconceitos. No mais, Teobaldo, Benvólio e outros alimentam-se desse jogo sem saber que lutam para vitimar o amor – ou seriam apenas os amantes as verdadeiras vitimas?
È exatamente nessa questão consciente que Alexandre Ferreira chama o público para intervir com o olhar do coração ou o sofrer da mente. E, como deve ser, a peça é cômica e exultante até o segundo ato, para no final, ser trágica e emocionante.
Marcadores:
Adam Shwegler,
Alexandre Ferreira,
amantes,
Camila dos Anjos,
Claudiane Carvalho,
Franklin Medeiros,
Hermano Leitao,
Homero Ligere Jr,
Linkin Park,
Roger Rodrigues,
Sao Paulo,
Shakespeare,
teatro
Saturday, August 28, 2010
Hermano Leitao on Stage
Monday, February 15, 2010
Subscribe to:
Posts (Atom)
